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Massingue considera positivo desempenho do MCT

O ministro da Ciência e Tecnologia, Venâncio Massingue, considera positivo o desempenho do sector que dirige durante o mandato de cinco anos prestes a terminar.        
“A nossa auto-avaliação é positiva”, disse Massingue, falando a jornalistas momentos depois da abertura do IV Conselho Coordenador do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) que hoje iniciou em Chidenguele, distrito de Manjacaze, província sulista de Gaza, sob o lema “Ciência, Tecnologia e Inovação orientadas para o incremento do Produto Interno Bruto”.           

Massingue destacou a expansao da ciência e tecnologia ao nível nacional, conceito ja conhecido em todos os 128 distritos do pais, realidade facilitada pela criação, durante este período, de representações do Ministério aos níveis provincial e distrital.

Além disso, o Governo aprovou, logo no início do mandato, vários instrumentos legais importantes que permitem ao cientista trabalhar de forma confortável, segundo disse o Ministro, destacando, de entre esses instrumentos, a Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação de Moçambique, ECTIM, (aprovada em Junho de 2006), e o estatuto do investigador científico.

No âmbito da ECTIM, o MCT tem estado a desenvolver diversos projectos, tais como o Programa Criando o Cientista do Amanhã, Olimpíadas de Informática, Concurso Equamat (de Matemática via informática), cursos de metodologia de investigação científica e gestão da ciência e inovação, entre outros.          


Das acções desenvolvidas no domínio da inovação, o Ministro realcou, ja na abertura do encontro de três dias, o Programa do Inovador Moçambicano, cujo objectivo é identificar e apoiar inovadores nacionais, bem como o Programa Vilas do Milénio, que visa contribuir para a melhoria da qualidade de vida das comunidades através da aplicação da ciência.    

Massingue salientou também o sucesso da implementação dos “projectos inovação” pelo Fundo Nacional de Inovação, visando financiar as iniciativas com maior impacto na produção de bens e serviços, bem como a inclusão do sector da Ciência e Tecnologia no novo Código de beneficiários fiscais, assim como a implementação da Estratégia da Propriedade Intelectual aprovada pelo Conselho de Ministros.    

Aquele governante apontou, por outro lado, a consolidação da acção do sector, bem como a sua interligação com outras instituições relevantes no campo da investigação, como principais desafios para os próximos anos.

“O nosso sonho é a criação de um Centro de Investigação em cada distrito (do total de 128 em todo o país)”, disse o Ministro, salientando que, para o efeito, o país precisa, de entre várias actividades, acelerar a formação de quadros para, paralelamente, poder estabelecer os Parques da Ciência e Tecnologia.      

No tocante a formação de quadros, Massingue referiu que, actualmente, o país conta com cerca de 150 bolseiros espalhados pelo mundo a frequentar cursos de mestrado e doutoramento. A nível nacional, existem também esforços em curso visando acelerar a formação de quadros, com destaque para um projecto levado a cabo pelo Instituto de Ciência de Saúde de Maputo.   

Outros desafios do Ministerio da Ciencia e Tecnologia para os próximos anos têm a ver com a expansão das vilas do Milénio por outros pontos do país, garantia da adição do valor ao produto através da acção do investigador, industriais e produtores, bem como a identificação de tecnologias baratas que permitam melhorar as condições de vida das populações, como por exemplo na construção de habitações e vias de acesso.

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Recenseamento eleitoral em Nampula ainda não começou

  Na província de Nampula, maior círculo do país, parte da população ainda aguarda o início da actualização do recenseamento eleitoral, a nove dias do fim do processo. Muitas comunidades da província, sobretudo aquelas acesso é considerado difícil, ainda não foram contempladas, apesar de o Secretariado Técnico da Administração Eleitoral (STAE) ter instalado nos locais alguns postos de recenseamento. A escassez dos materiais e avarias constantes dos equipamentos usados fazem com que, em muitos postos de recenseamento, os técnicos acabem por não ter nada que fazer. No distrito de Murrupula, cuja sede se localiza a 80 quilómetros da capital provincial, a Agência Lusa visitou no fim-de-semana nove dos 25 postos de recenseamento, tendo em três deles, nas localidades de Chacalua, Namipissa e Napuco, ouvido queixas da falta de quase todo o tipo de equipamento, justificativas para a interrupção do recenseamento há cerca de duas semanas. Em Mulhaniua, até sábado passado, o processo de recenseamento ainda não havia arrancado, alegadamente porque o computador avariou no dia 14 do mes passado, durante a fase experimental. O recenseamento eleitoral de novos eleitores deveria ter arrancado a 15 de Junho passado. Nas localidades de Naha e Muchelelene, os supervisores para do recenseamento nem estavam presentes por não ser possível efectuar o trabalho, porque nos dois postos não existe quase nenhum material, apesar dos eleitores afluírem ao local para saber quando se recomeça o recenseamento. Na zona de Mogincual, distrito costeiro a sul da província, avarias informáticas e falta de energia fazem com que alguns dos 17 postos de recenseamento não estejam operacionais. Casos idênticos ocorrem em vários outros postos de recenseamento da província. Quer o director do STAE de Murrupula, Chatuli Mussuaquel, quer o de Mogincual, Alfredo Macário, reconhecem que o recenseamento sofre de inúmeras dificuldades. Na província de Nampula, os órgãos eleitorais admitem a possibilidade de o processo de actualização do recenseamento eleitoral vir a comprometer as metas previamente estabelecidas. A nível nacional, o STAE admitiu já que apenas poderá registar 250 mil novos eleitores até dia 29, o que representa cerca de 52 por cento do inicialmente previsto.

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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