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Início Política Política “As exigências de Dhlakama já não fazem sentido”

“As exigências de Dhlakama já não fazem sentido”

Segundo Joaquim Chissano.

O antigo Presidente da República diz que a democracia não se faz com as armas, mas sim através do diálogo aberto, franco e participativo.

O  país celebra, hoje, 19 anos de assinatura do Acordo Geral de Paz (AGP), que pôs termo ao conflito armado que opunha a Renamo e a Frelimo. A contenda que durou 16 anos teve como consequências directas para o país a dilaceração do tecido social e económico.

19 anos depois deste feito que devolveu a esperança aos moçambicanos, o então chefe do estado e um dos principais signatários do acordo geral de paz, Joaquim Chissano, considera que as exigências do líder da Renamo, Afonso Dhlakama, de rever o AGP, são descabidas. Chissano entende que o acordo de Roma foi absorvido completamente na constituição e nas demais leis vigentes no país.  “Evidentemente que, se ele quisesse falar de violação do Acordo de paz, tinha que falar da violação da Constituição da República. Aquele papel que assinámos em Roma, no dia 4 de Outubro de 1992, já está posto de lado porque tudo entrou na Constituição”, apontou Joaquim Chissano.

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Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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