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Renamo diz que paz está ameaçada

O partido defende que o Governo, liderado por Armando Guebuza, pretende assassinar Afonso Dhlakama e desvirtuar os bons resultados das negociações. “Se a Renamo reagir, voltaremos ao pior”.

Bombardeamentos em Gorongosa.

A Renamo confirma os bombardeamentos, com armas pesadas, protagonizados pelas Forças de Defesa e Segurança às suas bases em Gorongosa e Muxúnguè e diz que tal ameaça a paz no país.

Falando em conferência de imprensa, havida ontem em Maputo, António Muchanga, porta-voz do líder da Renamo, Afonso Dhlakama, afirmou que as alegadas incursões do executivo nalguns pontos do centro do país colocam em risco o ambiente de paz vivido nas últimas semanas.

“Queremos informar que a paz está ameaçada, porque há duas semanas estão a bombardear a Renamo”, afirmou António Muchanga.

Este partido diz não perceber igualmente o objectivo do governo ao dar comandos para se bombardear a Renamo, quando esta mandou cessar os ataques entre Muxúnguè e rio Save.

Ataques e negociações

A Renamo acusa igualmente a Frelimo de desvirtuar os resultados positivos das negociações, como forma de propiciar a  fraude nas eleições gerais (presidenciais e legislativas) e das assembleias provinciais, agendadas para 15 de Outubro.

“Não faz sentido atacar a Renamo, justamente agora que as negociações estão a avançar e a ser frutíferas. o que Guebuza quer é fazer com que roubem nas urnas, nas próximas eleições”, afirmou.

Apesar dos ataques do exército, Muchanga garante que a ordem de Dhlakama é continuar nas negociações, pois acredita que “as questões políticas devem ter soluções políticas”.

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