O País Online - A verdade como notícia

Domingo
20 de Agosto
Tamanho do texto
  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size
Início Política Política Combatentes querem banco de microfinanças para seus projectos

Combatentes querem banco de microfinanças para seus projectos

16 associações de combatentes com representação de nível nacional defenderam, de forma consensual, a iniciativa de implantação de uma instituição de microfinanças

 

Cerca de 16 associações de combatentes com representação de nível nacional defenderam, de forma consensual, a iniciativa de implantação de uma instituição de microfinanças com o foco orientado unicamente ao financiamento de projectos de geração de renda dos seus afiliados.

Esta posição foi tornada pública num encontro de reflexão promovido pelo Fundo de Paz e Reconciliação Nacional (FPRN), que tinha como objectivo colher a sensibilidade do seu público-alvo em matéria de assistência em projectos, referem dados divulgados pelo gabinete de comunicação do Ministério dos Combatentes.

O Fundo da Paz e Reconciliação Nacional (FPRN), instituição criada pelo Governo com o objectivo de financiar projectos económicos e sociais dos combatentes a título reembolsável, lançou-se recentemente num novo desafio, com vista a encontrar soluções alternativas para criar a sua robustez financeira e melhorar significativamente a sua capacidade de resposta ao número cada vez mais crescente de pedidos de financiamento de projectos por parte dos combatentes.

Trata-se da criação de um microbanco que estará virado à provisão de serviços financeiros sustentáveis para os combatentes e que incluirá não só actividades de crédito, mas também serviços de poupança e seguros, devendo, entre outros aspectos, contribuir para uma maior inclusão financeira dos combatentes.

Falando recentemente em Maputo, no âmbito do encontro de auscultação sobre o projecto, que juntou quadros daquela instituição, parceiros, líderes e representantes de 16 associações de combatentes, o director executivo do Fundo de Paz e Reconciliação Nacional, Omaia Salimo, destacou a envergadura desta iniciativa, sublinhando que a criação de um microbanco, ora em estudo, poderá permitir uma melhor eficiência e flexibilização do financiamento sustentável dos combatentes, contribuindo para um maior acesso aos recursos e serviços financeiros sustentáveis.

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


publicidade

Edição Impressa e O Tempo

 Edição  O Tempo

 Edição Impressa -18-08-2017

Impressa

 

Maputo

 

Inhambane

 Beira
 

Nampula

 
 

Edição Impressa411