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Início Política Política CNE pede apoio de embaixadores na fiscalização dos escrutínios

CNE pede apoio de embaixadores na fiscalização dos escrutínios

CNE trabalha com organizações da sociedade civil para evitar abstenção

Abdul Carimo, presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), apelou ontem aos embaixadores acreditados em Moçambique para ajudarem na observação das eleições autárquicas de 2018. Carimo, que falava num encontro havido em Maputo, entre a CNE e o corpo diplomático que trabalha em Moçambique, lembrou que a observação de eleições é uma tarefa de todos, incluindo embaixadores. “Na semana passada, endereçámos um documento ao Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação para o envio de convites (aos embaixadores acreditados em Moçambique para apoiarem na observação dos escrutínios) ”, disse Abdul Carimo, presidente da CNE.

Os embaixadores presentes no encontro destacaram a importância das eleições autárquicas e gerais de 2018 e 2019, respectivamente, num contexto em que o país sai de um conflito político-militar, originado pela contestação dos anteriores resultados eleitorais. “Cada eleição é importante, mas, por causa da situação actual no país, talvez esta eleição seja mais importante. Por isso, é preciso assegurar a transparência do processo”, disse Dean Pittman, embaixador dos Estados Unidos de América em Moçambique.

As eleições autárquicas estão agendadas para 10 de Outubro de 2018 e as gerais ainda não têm data marcada.

CNE trabalha com organizações da sociedade civil para evitar abstenção

A Comissão Nacional de Eleições está a trabalhar com organizações da sociedade civil para a educação cívico-eleitoral, de modo a evitar altos índices de abstenção nos escrutínios. A CNE referiu, esta quarta-feira, perante membros do corpo diplomático acreditado no país, que tem acordos fechados com três organizações da sociedade civil, para ajudarem na educação cívica dos eleitores que vão às urnas em 2018 e 2019, para as eleições autárquicas e gerais.

 


 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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