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Combatentes querem fixação de pensões até 2019

Combatentes apontam descentralização do Fundo da Paz e Reconciliação Nacional como seu desafio

A fixação do prazo para a atribuição a todos os combatentes para 2019 é um compromisso assumido no ano passado, quando terminou o registo dos combatentes, processo que se arrastou por 31 anos. Calcula-se que de 2015 a esta parte, foram já atribuídas 21 mil pensões, faltando 14 mil por fixar. Segundo deu a conhecer, ontem, o ministro dos Combatentes, Eusébio Lambo, no encerramento do oitavo Conselho Coordenador.

Também foi matéria de reflexão, a descentralização do Fundo de Paz e Reconciliação Nacional, que até agora está a beneficiar cerca de 2000 combatentes de um total de perto de 7000 projectos submetidos e para um universo de 169 mil combatentes.

Além disso, os três dias do Conselho Coordenador serviram para reflectir sobre a necessidade de preservar locais históricos e matérias ligadas às bolsas de estudos e isenções de taxas de matrículas para a educação dos filhos dos combatentes.

 


 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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