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Manuel de Araújo considera que a paz foi assassinada

De Araújo diz não ter dúvidas de que responsáveis pelo assassinato de Amurane pretendem amedrontar o sonho de um povo

O edil de Quelimane, Manuel de Araújo, considera que a morte do seu homólogo de Nampula um duro golpe à liberdade e democracia. “Não mataram só Amurane, mataram o 04 de Outubro! Mataram a Paz! Mataram a esperança de um povo! Mas dos escombros desta paz assassinada, nascerá a esperança de um país verdadeiramente livre, onde não se baleia a perna de um compatriota ou se mata a concidadãos por pensarem de forma diferente”, disse numa publicação na sua conta do Facebook.

De Araújo diz ainda não ter dúvidas de que os autores do crime pretende estremecer os sonhos dos moçambicanos. “Não tenho dúvidas sobre a natureza nem sobre as motivações dos assassinos, que em pleno dia da paz, atiraram sem hesitação na pomba da paz, para de uma forma clara e inequívoca amedrontar o sonho de um povo”.

O edil de Quelimane refere que o nome de Amurane será lembrado e aventa estar ‘supostamente’ em perigo, mas avança que não vai cessar de ‘lutar por Moçambique’

“Quando a verdadeira independência chegar, teu nome estará ao lado daqueles que deram suas vidas para que Moçambique fosse livre e democrático! E bem possível que seja o próximo, mas não abdicaremos nem um milímetro da nossa luta por um Moçambique democrático, descentralizado e livre de déspotas e tiranos! Ate breve irmão”.

“Que a sua morte não tenha sido em vão! Tenho a certeza plena de que do seu túmulo nascerão muitos Amuranes para o bem desta pátria martirizada por aqueles que juraram servi-la!”, disse.

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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