O País Online - A verdade como notícia

Terça-feira
17 de Outubro
Tamanho do texto
  • Increase font size
  • Default font size
  • Decrease font size
Início Sociedade

Sociedade

Montepuez: mancebos grevistas continuam detidos

Os mancebos terão vandalizado um estabelecimento comercial e uma viatura.

Ler mais...
Acidentes de viação matam 47 pessoas

Acidentes de viação matam 47 pessoas

Um total de 47 pessoas perderam a vida na semana passada

Ler mais...

Detido nigeriano acusado de fabricar dinheiro

Trata-se de Tracy William que afirma dedicar-se ao negócio de venda de viaturas e seus acessórios.  

Ler mais...
Muita gente continua a beber enquanto conduz

Muita gente continua a beber enquanto conduz

32 condutores foram surpreendidos  alcoolizados.

Ler mais...
“Os pretos morrem muito” – diz dirigente da G4S

“Os pretos morrem muito” – diz dirigente da G4S

“A directora de administração de Finanças decidiu cortar o subsídio de fune­ral, alegando que os ‘pretos mor­rem muito’.”

Ler mais...
Prisões nacionais albergam 13.453 pessoas

Prisões nacionais albergam 13.453 pessoas

O director-geral do Sistema Nacional das Prisões, João Zan­damela, revelou na semana finda, em Gaza, que a maioria das 119 cadeias moçambicanas encontra-se em situação de superlotação. Actualmente, segundo a fonte, os referidos estabelecimentos pri­sionais albergam 13.453 pessoas, 4.704 dos quais ainda aguardan­do julgamento. Só na província de Gaza (onde quatro distritos não dispõem de cadeias), a ca­deia da cidade de Xai-Xai, capital provincial, tem a capacidade para 50 reclusos, mas agora aloja mais de 300. “Nessas condições é difícil assegurar os outros direitos aos reclusos, incluindo o de garantir cuidados médicos básico. Como se não bastasse, alguns reclusos recolhem à cadeia quando já es­tão doentes e lá a doença piora e, se a mesma for de fácil propaga­ção, contamina os outros”, disse Zandamela. O que mais preocupa as autoridades é o facto de mais de metade dos reclusos (64 por cento) estar a cumprir penas que variam de três meses a um ano. Na sua maioria, essas pessoas fo­ram penalizadas por prática de crimes de furto. Para resolver o problema de superlotação das ca­deias e da existência de diversas pessoas aguardando julgamen­to, a Polícia propõe o reforço no patrulhamento comunitário, en­volvendo membros das próprias comunidades, enquanto a Justiça propõe reforma legal sobre as penas para ajustá-las à realidade local, também contando com o envolvimento das comunidades. Aliás, na última quinta-feira, téc­nicos dos Ministérios da Justiça e do Interior apresentaram, aos chefes dos postos administrativos e de localidades da província de Gaza, o Plano de Acção para a Prevenção e Combate ao Crime, que, entre outros, tem o objecti­vo de mobilizar o envolvimento de toda a sociedade no combate à criminalidade no país. Na oca­sião, Eduardo Mussanhane, coor­denador do Projecto de Apoio do Cidadão ao Acesso Jurídico, disse que à luz da legislação em vigor, o juiz pode determinar a conver­são das penas de até um ano em cauções e multas, mas a maioria dos condenados não tem dinhei­ro para optar por esta medida, acabando por permanecer nas cadeias. Falando sobre medidas alternativas à prisão, Mussanhane defendeu a importância deste tipo de sanções, visto que podia ajudar a descongestionar as prisões.

"I Just Shine" receia deixar de brilhar na estrada

"Chapeiro" que faz baixa de Maputo-Xiquelene com “I Just Shine”, teme perder o brilho e o emprego

Ler mais...
Plano de prevenção e combate ao crime em debate

Plano de prevenção e combate ao crime em debate

As autoridades judiciais moçambicanas estão a intensificar

Ler mais...

Doença estranha mata 20 pessoas em Tete

A doença estranha que eclodiu no distrito de Tsangano, província de Tete,

Ler mais...

Jovem mata mãe por falta de comida

Um jovem da localidade de Chaimite, distrito de Chibuto, província de Gaza,

Ler mais...

Polícia exige que jornalista revele suas fontes

A Polícia de Investigação Criminal (PIC) ao nível da província de Cabo Delgado,

Ler mais...

Vacina contra malária mais próxima da realidade

A concretização dos resultados da 3/a fase de estudos da vacina contra a malária, ora iniciada no país, aumenta as esperanças de ver o produto disponível à comercialização no mercado dentro dos próximos cinco a seis anos.          

A convicção foi expressa hoje, no distrito da Manhiça (80 quilómetros a norte da capital moçambicana), na cerimónia de lançamento oficial da 3/a fase da vacina contra a malária, que vai envolver, no país, um total de 1700 crianças durante 18 meses.           

Os ensaios da 3/a fase da vacina contra a malária serão feitos em duas etapas. A primeira, envolvendo um universo de mil crianças, será em bebés com seis a 12 semanas de vida, enquanto que o segundo grupo (700 crianças) é composto por petizes de cinco a 17 meses de idade.        

As inoculações do estudo serão administradas no Centro de Saúde de Mavalane, no Posto Administrativo 3 de Fevereiro, coordenadas pelos cientistas do Centro de Investigação em Saúde da Manhiça (CISM), com vista a apurar a eficácia e segurança imunológica do candidato mais avançado contra a malária, denominado RTS,S.       

Assim, espera-se que nos próximos meses, os outros centros de países africanos, partes do estudo da vacina, no Burkina Faso, Gabão, Gana, Malawi, Quénia, Tanzânia, arranquem com os seus estudos para permitir que se tenha dados suficientes, passo determinante rumo ao acesso às medidas reguladoras para o registo.         

Pascoal Mocumbi, Presidente da Fundação Manhiça e Alto Representante da Parceria para Ensaios Clínicos nos Países Europeus e em Desenvolvimento (EDCTP), disse que a consumação dos estudos em curso será um marco histórico que vai garantir a protecção das crianças africanas.   

Eusébio Macete, director do CISM, disse, por seu turno, que o lançamento da 3/a fase da vacina contra a malária na localidade de Malavele constitui um verdadeiro mérito não só para a comunidade, mas também para o país que está envolvido neste grande movimento.      

Segundo Macete, os resultados da vacina, que após a concretização será pediátrica, têm uma eficácia estimada em 65 por cento em crianças recém-nascidas, contra apenas 30 por cento em episódios clínicos da doença, segundo os dados apresentados em 2007.   

“Quando publicamos os primeiros resultados em 2007 tínhamos concluido que nenhuma outra vacina havia conseguido provar que nas crianças recém-nascidas, o alvo final deste trabalho, não havia problema” ', disse Macete.

Aliás, os resultados conseguidos entre 2002/07 que mostravam que além da eficácia vista contra os episódios clínicos que é de 30 por cento, nos recém-nascidos, já em 2007, os estudos mostraram que a eficácia aumenta para 65 por cento.

Apesar de ter sido um pequeno estudo, a entrada de centros de outros países envolvidos como o Quénia e a Tanzânia comprovou que nos recém-nascidos a eficácia do produto era superior a 30 por cento, chegando a atingir 65 por cento.   

“Hoje estamos a mostrar que os resultados vistos quer na Gambia, quer em voluntários americanos, quer outros estudos feitos antes no país, quando o produto é administrado a uma larga população, tanto em Moçambique quanto no continente africano, os resultados mantém-se”, explicou o director do centro.       

Assim, espera-se que a primeira geração da vacina venha a ter pelo menos 30 a 50 por cento de eficácia.

Contudo, os trabalhos deverão continuar para aumentar a eficácia, de maneira a que se houvesse uma segunda geração a eficácia estivesse na ordem dos 60 a 80 por cento.           

Os resultados finais são os que serão submetidos às autoridades reguladoras deste ramo como Organização Mundial da Saúde (OMS), a Agência Europeia de Medicamentos para fazer o registo do produto, para que ele possa ser autorizado à comercialização.            

A cerimónia de lançamento da 3/a fase da vacina contra a malária contou com a presença de altos quadros da saúde, os residentes da localidade de Malavele que, para abrilhantar a ocasião, entoaram alguns números do seu reportório cultural cuja tónica dominante era a malária e os cuidados a tomar.

Doente desaparece do Hospital Geral de Mavalane

Um doente, que responde pelo nome de Nelson dos Santos, de­sapareceu do Hospital

Ler mais...

Panthera Azul decretou falência

A companhia moçambicana de transportes rodoviários Panthera Azul fechou as portas,

Ler mais...
Professor encarcera alunos por falharem fazer TPC

Professor encarcera alunos por falharem fazer TPC

Um professor de Física da 10ª classe, afecto a Escola Secundária de Muelé,

Ler mais...

Bebé morre no HCM depois de lhe ter caído o nariz

HCM descarta hipótese de erro médico, mas aguarda resultados da autópsia

Ler mais...

Procuradoria investiga causas do acidente na “N4”

A Procuradoria-geral da República procedeu, ontem, à reconstituição do acidente que vitimou, semana passada, três crianças na Estrada Na­cional número 4, em Maputo, no âmbito da investigação do sinistro que, à partida, se sus­peita que tenha sido causado por um camião-cavalo, cujo motorista continua em parte incerta.   Os pais das crianças que en­contraram a morte no local, por sinal quando voltavam da escola, dizem não ter recebido nenhum apoio por parte dos responsáveis do acidente, neste caso dos proprietários do ca­mião-cavalo.   Amâncio Buque, pai de uma das crianças, de apenas seis anos de idade, que perdeu a vida na­quele fatídico dia, diz ter pedi­do emprestado a dinheiro para a realização do funeral. “Quan­do vou ao tribunal ou mesmo à PIC, dizem que não conhecem o dono do carro que causou o acidente; que eu devo procurar o dono do camião (...). procu­rei, mas não o encontro”, disse Buque, visivelmente agastado com a situação.   Sousa Guambe pronunciou-se no mesmo diapasão, referindo que desde que se deu o acidente que causou a morte da sua neta, de nove anos de idade, nunca viu nenhum dos responsáveis.   Refira-se que não foi possível falar com os pais da terceira vítima mortal, uma vez que no local eclodiu uma disputa sobre a paternidade da finada, desen­cadeada por dois cidadãos: um vive actualmente com a mãe da malograda e outro, por sinal o verdadeiro progenitor, separa­do daquela.   Estranhamente, o camião que causou o acidente - que envol­veu mais de 15 viaturas, dentre as quais um mini-bus de mar­ca Toyota Hiace que na altura exercia a actividade de trans­porte semi-colectivo de passa­geiros - continua no local do sinistro, sendo que ninguém o reclamou.

Cidadão que matou esposa será submetido a exames

João Viegas, cidadão que ma­tou a esposa na noite do último domingo

Ler mais...
Mais 32 mortos devido a acidentes de viação

Mais 32 mortos devido a acidentes de viação

A polícia fiscalizou mais de 12 mil viaturas e apreendeu cartas de condução de 35 condutores que se faziam ao volante após o consumo de álcool,

Ler mais...
Polícia apreende combustível roubado na Beira

Polícia apreende combustível roubado na Beira

Foi graças a uma denúncia telefónica que a polícia abortou o roubo

Ler mais...

Cidadão mata e enterra esposa dentro da própria casa

O insólito aconteceu na noite do último domingo no bairro da Man­ga, cidade da Beira.

Ler mais...
Página 495 de 515

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


publicidade

Edição Impressa e O Tempo

 Edição  O Tempo

 Edição Impressa -17-10-2017

Impressa

 

Maputo

 

Inhambane

 Beira
 

Nampula

 
 

Edição Impressa419