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23 de Abril
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88 acidentes durante o final de semana

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Contra 76 do período anterior.

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Calamidades naturais poderão reduzir

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O projecto está orçado num valor global de 3 milhões de USD.

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Gestão de calamidades naturais em debate

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Designado Integrated Risk management for África.

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Raiva mata mais de 100 pessoas no país

Pelo menos 57 pessoas morreram no ano passado devido à mordedura de animais diagnosticados, de um total de 6.766 casos registados. Já no ano anterior (2007), cerca de 59 pessoas perderam a vida das cerca de 5.853 casos diagnosticados em todo o país, o que representa uma redução na ordem de três (3) por cento. Mesmo assim, as crianças continuam mais expostas a doença da raiva, por brincarem na rua e em alguns momentos por arremeçarem pedras ou garrafas contra os animais, com destaque para os caninos e felinos.  O facto foi tornado público num fórum de saúde sobre raiva no país, que juntou, na cidade de Maputo, mais de quatro dezenas de participantes, com destaque para técnicos da veterinária, agricultura e saúde, vereadores municipais, e o público em geral. O encontro tinha como objectivos estudar formas de conter a propagação da doença. A maioria dos casos de raiva no país foram registados nas províncias de Gaza, Maputo-cidade, Manica, Sofala e  Nampula. Refira-se que a nível mundial, os continentes africano e asiático são os mais críticos em termos de prevalência de casos de raiva, devido às condições climáticas que estes apresentam. De acordo com Olga Amiel, responsável pelo Departamento de doenças transmissíveis no Ministério da Saúde (MISAU), a raiva é uma doença infecciosa e cem por cento fatal, a mesma é causada por um vírus da família rhabdovirus-género lyssavirus, que se alastra pelo sistema nervoso de animais mamíferos domésticos ou selvagens, nomeadamente cães, gatos, macacos, morcegos, incluindo o homem. Anualmente, o país importa cerca de 150 mil doses para a vacinação da população animal, com particular atenção para os cães e gatos, sendo que a taxa de cobertura é de 20 por cento, contra 70 a 80 por cento que seria o ideial, tal como disse Fernando Rodrigues, do Departamento epidemiológico no Ministério da Agricultura (MINAG). Para combater a raiva, especialistas na matéria avançam como medidas a vigilância epidemiológica; controlo da população animal e sua vacinação para evitar o desenvolvimento e propagação da doença; educação e sensibilização as comunidades para participarem activamente nas acções de combate à doença, através de meios de comunicação social, nomeadamente: rádio, jornal, televisão, bem como o abate de alguns animais em caso de necessidade.  Dados em nosso poder, indicam que uma pessoa morre de raiva em cada cinco minutos, e 55 mil casos são diagnósticados anualmente no mundo. Estima-se que no país, um cão ou gato está para 30 pessoas.

Esqueleto humano é descoberto no bairro de Guava

Um corpo sem vida foi descoberto há mais de uma semana no bairro de Guava.

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OMS reitera apoio a UA na luta contra a malária

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) vai continuar a colaborar com as comunidades económicas regionais da União Africana

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Primeira-dama é premiada em Washington

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Maria da Luz Guebuza foi galardoada sexta feira, nos EUA, com o prémio “2009 Global Health Award”,

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População de Maputo cresceu cerca de 50%

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A população da província de Maputo, Sul de Moçambique, cresceu 49,5 por cento

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Gases nocivos continuam a entrar no país

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Trata-se de gás  R12, R11 ou R502.

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Feira do Cidadão supera expectativas

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Realizou-se na manhã deste sábado, na cidade da Matola, a feira do cidadão inserida no programa Moçambique em Acção do grupo Soico.

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Malária: Moçambique participa na última fase de estudo de vacina

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A doença, transmitida pela picada do mosquito.

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FDC reúne-se com Sociedade civil

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Preocupados com o desenvolvimento das suas actividades.

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Homens armados invadem residência

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Na noite desta quinta-feira.

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Casos de malária reduzem em 24% no país

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Residentes nas zonas rurais têm usado a rede mosquiteira.

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Governo terá fundos para projectos ambientais

O programa das Nações Unidas para o Ambiente (UNEP), em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, vai desembolsar um financiamento na ordem de 150 mil dólares americanos, para o apoio à implantação de  projectos ambientais, no âmbito da iniciativa de Mudanças Climáticas e Desenvolvimento, através da redução da vulnerabilidade. O acto visa ajudar os países africanos a identificar e periodizar as suas necessidades para a integração das mudanças climáticas e gestão de risco no processo de planificação. A vice-ministra para a Coordenação da Acção Ambiental, Ana Paula Chichava, disse que o governo pretende, ao aderir à esta iniciativa, melhorar a sua capacidade de lidar com questões de mudanças climáticas. A fonte, que falava à margem do seminário de lançamento do CC DARE, realizado ontem, na capital do país, referiu que, através desta iniciativa, Moçambique vai beneficiar, como parte integrante da África Sub-sahariana, de apoio técnico e capacitação de recursos humanos, assim como de iniciativas sobre os tipos de projectos que deverão apresentar como condição para a aquisição do financiamento.  A vice-ministra do ambiente acrescentou que Moçambique teve a capacidade de desenhar o plano nacional de acção, mas “enfrentamos limitações financeiras e de recursos humanos”, referiu. Ana Chichava disse acreditar que, com a capacitação resultante desta iniciativa, o nosso país estará em condições de apresentar três tipos de projectos, nomeadamente, sobre educação ambiental, erosão de solos costeiros e combate e controlo das queimadas.  Por seu turno, Anne Olhof, da UNEP, disse que as áreas que constituem prioridade para a intervenção do apoio relacionam-se com zonas costeiras, cheias, e mudanças, nos padrões de precipitação, assim como o impacto das mesmas nas alterações da temperatura.

Governos africanos investem pouco na Educação

Os governos africanos têm estado, nos últimos anos, a investir pouco na formação de professores, o que tem resultado na fraca qualidade do ensino neste continente. Esta informação foi anunciada pela chefe da divisão da Educação da USAID, no Bureau de África, Sarah Moten.
A fonte falava terça-feira, na cimeira das Primeiras-Damas de África sobre saúde, que decorre em Los Angeles, Estados Unidos da América. Na ocasião, Moten defendeu que a fraca adesão da rapariga ao ensino prende-se, em parte, pelo facto de se investir pouco na formação de professores que, por conseguinte, no lugar destes ensinarem, assediam meninas e, por vezes, são os principais perpetradores da violação sexual das mesmas. Monten diz ainda que são inúmeros os casos de professores que engravidaram adolescentes em África, o que tem resultado no abandono daquelas ao ensino.  Para a fonte, se o professor for bem formado, poderá perceber a necessidade de promover a formação da rapariga, no lugar de casamentos prematuros ou gravidez indesejada que depois, associado a outros factores, aumentam a mortalidade materna - um problema que o continente africano não está a conseguir combater.  A esposa do presidente da República, Maria da Luz Guebuza, que fazia parte do mesmo painel, falou na ocasião dos esforços do governo de manter a rapariga na escola, e disse haver avanços significativos, apesar de, no ensino superior, haver apenas 11% de mulheres. Segundo a primeira-dama, Moçambique é dos países africanos onde há cada vez mais mulheres nos órgão de decisão e, a cada ano, o número de mulheres que ingressam e concluem o ensino superior tende a crescer. Na sua locução, Maria da Luz Guebuza destacou a necessidade de as primeiras-damas se aplicarem a fundo na manutenção da estabilidade dos seus países, porque só assim é que se vai conseguir reduzir os desafios, melhorar a saúde e a educação da mulher no continente africano, pois segundo Da Luz, as guerras e os conflitos apenas destroem o pouco que se consegue construir com muito esforço. Outra preocupação manifestada por quase todas as primeiras-damas africanas é relativa ao risco de verem os financiamentos aos seus projectos de solidariedade social cortados devido à crise financeira internacional. Por isso, apelaram aos seus parceiros para, em conjunto, encontrarem alternativas de modo a que levem avante os seus programas.  As primeiras-damas africanas consideram ser importante juntarem esforços para, em conjunto, minimizar os desafios que a crise representa para o continente. Para outras participantes do encontro, como France Donnay da Fundação Gates, o continente africano já dispõe de alguns recursos para enfrentar o problema da saúde materno-infatil, malária, Sida e a educação da rapariga.  Para France Donnay, o problema é que já há 20 anos que se aplicam estratégias erradas. “É altura de mudar o modo de fazer as coisas”, disse.  A directora do gabinete de Gravidez Segura, da Organização Mundial da Saúde em África, Munir Islam, disse que as mulheres morrem desnecessariamente, porque as complicações da gravidez podem ser evitadas e controladas, quando os responsáveis assumirem os seus compromissos.
Segundo Islam, no lugar de esperar pela alocação de técnicos de Saúde Materno Infantil a locais recônditos, os governos e as primeiras-damas podem levar a cabo jornadas de treinamento das anciãs, que fazem os partos, para que passem a usar métodos mais seguros com o propósito de garantirem a vida no continente.

Polícia capacitada em direitos humanos

Os crescentes  casos de violência doméstica, principalmente contra mulheres e crianças, bem como dos direitos humanos  reportados a nível das esquadras, é pretexto para um curso de capacitação de agentes da polícia em Sofala, que decorre esta semana na cidade da Beira.   A polícia pretende com este curso melhorar a assistência às vítimas e, principalmente, prevenir novos casos  relacionados com a violência, sobretudo manifestada em maus tratos a criança, violação sexual e  agressões físicas, originados, geralmente, por ciúmes, consumo de bebidas alcoólicas e desavenças familiares.  A realização deste evento faz parte das actividades do Ministério do Interior,  no departamento de Atendimento a Mulher e Criança vítimas de violência doméstica.  Hélio Nhampossa, do departamento da Mulher e Criança, no Ministério do Interior, negou que o curso em referência tenha sido motivado por dificuldades no seio da corporação de lidar com o crescimento de casos de violência no país.   “O problema não é não conseguir ou conseguir arbitrar os problemas.  O que acontece é que a violência doméstica não é estática. A cada momento que passa ocorrem novos fenómenos de violência contra mulheres e crianças e, ocorrendo novos fenómenos, os agentes da polícia têm que estar em condições por forma a fazer face a estas novas manifestações de violência”, explicou a fonte. O curso conta com a participação de agentes oriundos dos 13 distritos da província de Sofala.

MINT já dispõe de linha nacional de emergência

A cidade de Maputo conta com 10 linhas 

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Governo concessiona rotas para transportadores

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O facto foi hoje anunciado pelo Director Nacional Taibo Issufo

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Crime violento em 2008 superou o ano de 2007

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Fundamentalmente cometidos com recurso a armas de fogo.

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Página 475 de 480

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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