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21 de Julho
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Animais bravios matam 30 pessoas em Tete

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Um total de 30 pessoas perderam a vida e outras 24 contraíram ferimentos,

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Condutores embriagados desacatam policias

De acordo com o Código de Estrada, a condução em estado de embriaguez dá direito à apreensão de carta de condução e o condutor fica, no mínimo, um ano sem licença de condução Durante a noite da sexta-feira e madrugada de sábado, as autoridades responsáveis pela segurança ro­doviária submeteram aos testes de alcoolemia 150 condutores, e destes, 20 acusaram consu­mo excessivo de álcool. A nossa equipa de reportagem acompa­nhou o trabalho de fiscalização rodoviária e testemunhou casos de desacato às autoridades poli­ciais por parte dos automobilis­tas embriagados.
Um roadblock levado a cabo por uma equipa mista, com­posta por membros da Polícia de Trânsito, da Administração Nacional de Estradas e do Ins­tituto Nacional de Viação, na avenida de Moçambique, nas proximidades da rotunda do terminal da Junta, culminou com a apreensão de várias car­tas de condução. Na altura, vários automobilistas recusa­ram-se a prestar o exame de alcoolemia, facto que levou a polícia a recorrer ao uso de força. Na sequência disso, pelo menos dois condutores foram algemados e encaminhados à esquadra mais próxima, depois de a polícia ter notado que se trata de casos de desacato às au­toridades públicas, puníveis nos termos do código penal. Ainda durante a fiscaliza­ção, um cidadão português, cuja identidade não consegui­mos apurar, ofereceu resistên­cia, quando foi solicitado para prestar o exame. Mais tarde, o mesmo aceitou e o resultado foi de 0.41 miligramas de álcool no organismo, contra o máximo de 0.29 estipulado pela lei.
“Eu, em Portugal, posso beber até 0.50mlg/álcool. Vocês aqui inventam 0.34. Eu não entendo isso,...”, disse o cidadão luso. Para além de automobilistas, dois jovens que se encontravam de passagem no local onde decor­ria a campanha de fiscalização foram algemados por terem pro­ferido palavras injuriosas contra os agentes da Polícia. Entretanto, a dupla viria a escapulir-se, quan­do a Polícia estava concentrada na fiscalização rodoviária.
Refira-se que a Polícia está a re­forçar a fiscalização nas estradas, na sequência dos altos índices de acidentes de viação.

Anibalzinho recapturado em Johanesburg

O líder da quadrilha que assas­sinou o jornalistae Carlos Cardo­so

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TRAC cobrará ainda na fila da portagem

Os automo­bilistas passarão a pagar as tarifas a um cobrador ambulante

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Das cinco armas roubadas, quatro foram deixadas, anteontem,

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Beira celebra hoje 102 anos

A cidade da Beira completa hoje 102 anos de elevação à categoria de cidade.

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LDH passa a ter livre acesso às cadeias

Elimina-se deste modo a burocracia para o acesso às penitenciárias

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Barracas do Museu e do Estrela devem desaparecer

Segundo direcções das escolas adjacentes,

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Garrido muda de face e desdramatiza caso gripe A

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Ministro da Saúde fala aos órgãos de informação privados e diz que apesar de se ter registado um caso da gripe A no país “não há motivos de alarme”

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Homens armados da Renamo criam pânico em Marínguè

Um grupo de homens arma­dos da Renamo estacionados na vila sede do distrito de Ma­rínguè,

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Garrido nega falar à imprensa privada sobre gripe A

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O ministro da Saúde, Ivo Gar­rido, recusou-se, terça-feira, a falar aos órgãos de comunicação pri­vados, nomeadamente, O País, Stv e TIM, sobre o caso da gripe A detectado no país, alegada­mente porque já tinha falado à televisão pública. Mesmo diante da insistência dos jornalistas, Garrido recusou-se a falar, por considerar que ia repetir o que disse ao canal público.   No entanto, a vice-ministra da Saúde, interpelada pelos re­pórteres, disse que até ontem apenas havia um caso da doença confirmado em uma senhora de 46 anos de idade, contrariamen­te à informação avançada neste jornal, na sua edição de ontem, de que se tratava de um homem com 40 anos. E a vítima já efec­tuou algumas viagens para paí­ses que já registaram casos da doença.   Por outro lado, farmácias da capital do país contactadas pela nossa equipa de reportagem di­zem que até ao momento não receberam do Ministério da Saú­de qualquer tipo de instruções sobre os procedimentos em caso de receberem pacientes suspei­tos de estarem infectados com o vírus H1N1, uma vez que não dispõem de equipamento labo­ratorial para análises nem estão autorizados a vender tamiflu, o medicamento usado para curar a gripe A, tendo em conta que, na sua maioria, os moçambica­nos têm o hábito de recorrer em primeira instância às farmácias em caso de sintoma de alguma doença.   As farmácias contactadas di­zem já ter, em quantidades con­sideráveis, alguns dispositivos de segurança que evitam a contami­nação pela gripe A, como são os casos de luvas e máscaras, caso a situação se agrave.   Como medidas de prevenção, recomenda-se o reforço da hi­giene pessoal, lavagem das mãos constantemente, não expirar nem tossir diante das pessoas, para além de se proteger sempre que o fizer, e evitar levar as mãos para o nariz, boca e olhos.

Cadáver desaparece da morgue do HGM

No momento da entrega do corpo, os familiares da vítima receberam um outro cadáver,

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16 pessoas morreram afogadas no lago Niassa

A superlotação do barco é apontada como a causa do incidente,

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Os mancebos terão vandalizado um estabelecimento comercial e uma viatura.

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Acidentes de viação matam 47 pessoas

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Trata-se de Tracy William que afirma dedicar-se ao negócio de venda de viaturas e seus acessórios.  

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32 condutores foram surpreendidos  alcoolizados.

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“Os pretos morrem muito” – diz dirigente da G4S

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“A directora de administração de Finanças decidiu cortar o subsídio de fune­ral, alegando que os ‘pretos mor­rem muito’.”

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Prisões nacionais albergam 13.453 pessoas

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O director-geral do Sistema Nacional das Prisões, João Zan­damela, revelou na semana finda, em Gaza, que a maioria das 119 cadeias moçambicanas encontra-se em situação de superlotação. Actualmente, segundo a fonte, os referidos estabelecimentos pri­sionais albergam 13.453 pessoas, 4.704 dos quais ainda aguardan­do julgamento. Só na província de Gaza (onde quatro distritos não dispõem de cadeias), a ca­deia da cidade de Xai-Xai, capital provincial, tem a capacidade para 50 reclusos, mas agora aloja mais de 300. “Nessas condições é difícil assegurar os outros direitos aos reclusos, incluindo o de garantir cuidados médicos básico. Como se não bastasse, alguns reclusos recolhem à cadeia quando já es­tão doentes e lá a doença piora e, se a mesma for de fácil propaga­ção, contamina os outros”, disse Zandamela. O que mais preocupa as autoridades é o facto de mais de metade dos reclusos (64 por cento) estar a cumprir penas que variam de três meses a um ano. Na sua maioria, essas pessoas fo­ram penalizadas por prática de crimes de furto. Para resolver o problema de superlotação das ca­deias e da existência de diversas pessoas aguardando julgamen­to, a Polícia propõe o reforço no patrulhamento comunitário, en­volvendo membros das próprias comunidades, enquanto a Justiça propõe reforma legal sobre as penas para ajustá-las à realidade local, também contando com o envolvimento das comunidades. Aliás, na última quinta-feira, téc­nicos dos Ministérios da Justiça e do Interior apresentaram, aos chefes dos postos administrativos e de localidades da província de Gaza, o Plano de Acção para a Prevenção e Combate ao Crime, que, entre outros, tem o objecti­vo de mobilizar o envolvimento de toda a sociedade no combate à criminalidade no país. Na oca­sião, Eduardo Mussanhane, coor­denador do Projecto de Apoio do Cidadão ao Acesso Jurídico, disse que à luz da legislação em vigor, o juiz pode determinar a conver­são das penas de até um ano em cauções e multas, mas a maioria dos condenados não tem dinhei­ro para optar por esta medida, acabando por permanecer nas cadeias. Falando sobre medidas alternativas à prisão, Mussanhane defendeu a importância deste tipo de sanções, visto que podia ajudar a descongestionar as prisões.

"I Just Shine" receia deixar de brilhar na estrada

"Chapeiro" que faz baixa de Maputo-Xiquelene com “I Just Shine”, teme perder o brilho e o emprego

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"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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