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Há exploração ilegal de madeira na Coutada 9 em Manica

Um grupo de cidadãos é acusado de estar a explorar, ilegalmente, madeira da Coutada 9, no distrito de Macossa, província de Manica.

O “assalto” à zona proibida acontece porque os recursos madeireiros já escasseiam na província de Manica.

Curiosamente, os exploradores, supostamente ilegais, apresentam documentos passados pela Direcção Provincial de Agricultura de Manica que os autorizam a explorar tais recursos naquela zona.

“Ficamos sem perceber como é as leis funcionam cá em Moçambique. uma coisa é o que a lei diz e outra é como ela é implementada. De facto, um dos motivos para o incentivo de exploração turística desta área era a necessidade de conservação ambiental. A área em causa tem um ambiente tão natural e raro em grande parte do mundo, facto que concorre para a atracção do turismo. É por esta razão que esta invasão dos madeireiros, ainda com documentos passado por uma entidade estatal, nos inquieta bastante”, afirmou Adamo Valy, um dos accionistas do “Rio Save Safari”, projecto que investiu cerca de três milhões de dólares norte-americanos na área do turismo dentro daquela coutada.

A coutada 9 no distrito de Macossa é uma área de conservação decretada pelo Conselho de Ministros e onde quaisquer actividades relativas à exploração dos seus recursos, quer faunísticos, quer florestais, estão totalmente proibidas, de acordo com a lei de florestas e terra em vigor no país.

A mesma lei concebe o local para a prática de turismo, o que fez com que um grupo de investidores estivesse, hoje, a desenvolver o eco-turismo, valorizando, deste modo, as potencialidades turísticas que esta área oferece.

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"Eu tenho falado pouco do passado, porque acho que Moçambique tem que olhar para o futuro."

 

Marcelo Rebelo de Souza


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