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IACM diz que avião da LAM danificado durante voo não sofreu nenhum embate em Tete

Destruição deveu-se a fraca resistência de uma peça

No passado dia 05 de Janeiro, o Boeing 737-700 das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), ido de Maputo, ficou com a parte direita frontal da fuselagem danificada, quando se preparava para aterrar no Aeroporto Internacional de Tete. A empresa proprietária do avião suspeitou tratar-se de um embate, tendo adiantado em comunicado que “a tripulação ouviu um estrondo, o que alertou sobre a possibilidade da aeronave ter tido contacto com um organismo estranho externo que, mesmo assim, não perturbou a realização normal do voo”.

Horas depois, o ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, associou a danificação à mudança de temperatura. Já ontem, o Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM) divulgou os resultados de um inquérito, onde conclui que o avião não teve contacto com nenhum organismo estranho.

O PCA daquela instituição reguladora de aviação civil, João de Abreu, explicou que a destruição deveu-se a fraca resistência da própria peça devido a várias reparações a que já tinha sido submetida antes de ser comprada para a aeronave da LAM. Apesar do incidente, De Abreu disse que não havia perigo nenhum, mesmo com a danificação da fuselagem.

A informação recolhida pelas autoridades seguirá para África do Sul, país onde a peça foi montada, em Junho do ano passado, com vista a uma análise mais detalhada. A peça destruída é denominada Radome e tem como uma das funções cobrir e proteger a antena do radar.

 


 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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