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Sociedade civil diz que é preciso garantir participação da comunidade na gestão escolar

Sector da educação tem registado progresso na oferta dos serviços

O envolvimento da comunidade na gestão escolar configura como um dos principais impulsionadores da qualidade de ensino nas sociedades. Foi com este propósito que gestores escolares, membros da sociedade civil e parceiros de cooperação estiveram reunidos nesta quarta-feira no seminário internacional de gestão escolar.

Dados actuais lançados pelo Centro de Aprendizagem e Capacitação da Sociedade Civil (CESC), indicam que o sector da educação tem registado progresso na oferta dos serviços contudo ainda existem desafios.

O relatório do CESC publicado no seminário, que relaciona a participação da comunidade a gestão escolar e os resultados, mostra que os estabelecimentos de ensino onde existe uma participação da comunidade há maior gestão que se traduz nas óptimas condições de ensino e aprendizagem.

A directora executiva do CESC disse que o absentismo dos alunos, nas zonas rurais, está ligado a aspectos culturais, como é o caso dos ritos de iniciação, onde as crianças são obrigadas a interromper as aulas para atender as obrigações.

Por sua vez, Samaria Tovela, directora nacional do Ensino Secundário no Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH) referiu que a falta de aplicação das medidas correctivas aos professores faltosos, nos distritos, e a falta de controlo da assiduidade estão entre os factores que ditam o fraco aproveitamento escolar.

A solução do problema passa pela aplicação das normas administrativas, desde os descontos salariais assim como a expulsão, do Aparelho do Estado, dos professores que não cumprem com zelo o seu papel.

Tovela referiu que parte da culpa do absentismo dos alunos nas escolas e dos pais e encarregados de educação que não olham à escola como uma prioridade para os seus educandos.

Para se ultrapassar o problema, a fonte assegurou que decorrem nas províncias, capacitações dos órgãos de gestão dos conselhos de escolas que trabalham com as comunidades.

 

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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