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Funcionários da INAE devem abster-se da corrupção

Ragendra de Sousa diz que os funcionários da INAE devem pautar por uma conduta íntegra

 

O vice-ministro da Indústria e Comércio, Ragendra de Sousa, diz que os funcionários da Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE) devem pautar por uma conduta íntegra, respeitando os valores éticos e deontológicos que norteiam a profissão. O vice-ministro falava, ontem, na abertura do terceiro Conselho Consultivo da INAE.

Durante o seu trabalho os funcionários da INAE estão sujeitos a tentativas de suborno, vindas de alguns agentes económicos prevaricados. Face a este cenário, Ragendra de Sousa exortou aos funcionários da INAE a afastarem-se dos actos de corrupção.

“Devemos ter sempre em mente que a nossa actuação no mercado transmite aos agentes económicos a qualidade de Estado que estamos a construir. O combate à corrupção deve estar presente em todos nós. Para o sucesso deste combate devemos reforçar os mecanismos de controlo interno e entre colegas devemos nos auto-controlar”, afirmou De Sousa.

Ragendra de Sousa reconheceu que a INAE funciona com dificuldades devido a falta de recursos e disse que elas são geradas pela actual situação socioeconómica que o país vive.

“Temos perfeita consciência do desequilíbrio entre a procura dos nossos serviços, solicitado pelos consumidores, e a oferta disponibilizada pela INAE estarem longe do ponto de equilíbrio desejado. Reconhecemos que esta situação é resultado dos limitados recursos de que dispomos tanto a nível humano como material-financeiro que a actual conjuntura nos impõe”, disse Ragendra de Sousa. 

O terceiro Conselho Consultivo da INAE vai definir o plano de acção da instituição nos próximos tempos e nas estratégias para as metas que serão escolhidas. Segundo o Governante, as decisões que serão tomadas devem privilegiar o bem-estar do consumidor.

 “O farol que nos deve guiar é a defesa do consumidor, observância da lei e a necessidade de aumentar a base produtiva, sinal de crescimento e desenvolvimento. Esperamos que estes dias este colectivo debata de forma abnegada o código de conduta dos agentes bem como os mecanismos internos de contro da nossa actividade”, concluiu Ragendra de Sousa.

O Conselho Consultivo da INAE inicio, hoje, e terá a duração de dois dias. O evento tem como lema: “INAE, pela garantia da fiscalização da Actividade Económica” e reúne membros da INAE central e delegados províncias, membros do Ministério da Indústria e Comércio, do Governo da Cidade. A INAE é um órgão tutelado pelo Ministério da Indústria, criado pelo decreto 46/2009 de 18 de Agosto com o objectivo de fiscalizar as actividades económicas no país.

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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