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Moçambique quer exportar novos produtos para o mercado europeu

O país quer promover produtos não tradicionais

Moçambique vai investir pouco mais de um milhão de dólares na promoção de exportações de produtos não tradicionais dirigidos especialmente ao mercado europeu.

 

Trata-se de uma iniciativa levada a cabo pelo Instituto para a Promoção de Exportações (IPEX), em coordenação com a CBI, uma organização holandesa virada à promoção de exportações nos países em vias de desenvolvimento.

O financiamento deste projecto será coberto em 63% pela embaixada da Holanda em Moçambique, sendo que os restantes 33% estarão a cargo do Instituto para a Promoção de Exportações.

De acordo com a directora-geral do IPEX, Cecília Candrinho, o país pretende introduzir no leque das exportações nacionais para Europa produtos como manga, amendoim, ananás, artesanato, assim como garantir a entrada directa naquele mercado da castanha de caju, que actualmente é importada da Índia.

A representante avançou ainda que os produtos nacionais ainda enfrentam problemas de qualidade, nomeadamente no que diz respeito às embalagens, daí que o IPEX assinou 16 memorandos de entendimento com diversas organizações, tanto nacionais e internacionais, para ajudarem na monitoria e implementação do projecto.

ACORDOS

Moçambique tem acordos com a China, EUA e UE que permitem que certos produtos nacionais possam entrar naqueles países com isenção fiscal. Moçambique exporta anualmente produtos avaliados em cerca de 2 biliões de meticais, sendo que, na região, destaca-se a África do Sul como o principal destino das exportações moçambicanas. Outros países são o Malawi, Zimbabwe, Maurícias, Tanzania, Zâmbia e Suazilândia.

No que refere ao mercado europeu, neste momento o grande volume de exportações nacionais é garantido pelos mega-projectos, sendo que a Holanda continua a ser o maior destino das exportações de Moçambique, constituídas na sua maioria pelo alumínio produzido na fundição de alumínio MOZAL.

 

"Moçambique tem tudo para ser uma potência de África e do mundo.

Tem riqueza que chega para todos. Falta é de inteligências."

 

Adelino Timóteo


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