Mais raparigas africanas podem ser sujeitas à mutilação genital

Mais raparigas africanas podem ser sujeitas à mutilação genital

Mais de três milhões de raparigas no continente africano, ainda podem ser sujeitas a prática de mutilação genital feminina.

A mutilação genital feminina é uma prática que consiste na remoção da genitália externa, no órgão sexual da mulher, incluindo o clítoris. De acordo com o estudo de BMJ Global Health, a África Oriental teve, em 2016, uma redução de oito por cento de casos, dos 71 por cento em 1995.

No norte da África, houve, em 2015, uma redução de 14 por cento em relação aos 60 por cento em 1990. Já na África Ocidental, até 2017, registou-se uma queda de cerca de 25 por cento dos casos em relação a 1995, quando havia 71 por cento dos casos.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância estima que mais de 200 milhões de mulheres foram submetidas à prática de mutilação genital feminina no mundo, sobretudo em África e Médio Oriente.

A mutilação genital é um ritual de passagem que pode acarretar vários de doenças de infecção, infertilidade, problemas menstruais e hemorragia fatal.


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