Mantém-se o número de oito pessoas infectadas no país

Mantém-se o número de oito pessoas infectadas no país

Mantêm-se os oito casos positivos ao teste do Coronavírus (COVID-19) em Moçambique, onde outras 103 pessoas estão a ser monitoradas por terem tido contacto com os infectados. Mas o Ministério da Saúde (MISAU) admite, porém, a incapacidade de rastrear a todos viajantes que entram no país

 

A cada dia os números crescem no mundo, em África e em Moçambique particularmente. Aqui, por enquanto, cresce o número de pessoas suspeitas de terem mantido contacto com outras contaminadas pela COVID-19.

De sábado para domingo, o país não registou nenhum caso positivo entre as 12 (INS). “Os novos casos testados todos revelaram-se negativos”, declarou a directora nacional de Saúde Pública, Rosa Marlene. Ao todo, o país conta com 217 pessoas testadas.

Dos oito pacientes diagnosticados positivo até sábado, seis entram no país já contaminados e os restantes foram infectados localmente.

Por sua vez, os oito infectados, segundo o Ministério da Saúde, terão tido contacto com um total de 103 pessoas. Por isso, estas estão sob monitoria para saber se foram ou não contaminadas pela COVID-19.    

Apesar dos números continuarem baixos, comparativamente aos do resto de África e do mundo, pode haver mais pessoas infectadas pelo novo Coronavírus, porque nem todos viajantes são rastreados.

Mas a directora nacional de Saúde Pública tranquiliza a sociedade dizendo que houve reforço das medidas para evitar que as pessoas escapem do rastreio.

Rosa Marlene admitiu que o Sistema Nacional de Saúde pode apresentar fragilidades no que diz respeito ao controlo e rastreio das pessoas que entram no país, mas não está alheio a esta questão.

Segundo a interlocutora, o MISAU está a trabalhar para evitar o aumento de gente contaminada e, por conseguinte, enchentes nos hospitalares.

“Nós pretendemos reduzir o pico, para em vez de ter centenas de milhares” de doentes haver menor número, explicou o director nacional adjunto do INS, Eduardo Samo Gudo. Este explicou que, se em Abril o tratamento ao Coronavírus mostrar eficácia, seguir-se-ão “vários meses de produção em grande escala” da vacina. “Isso leva muitos meses, pode levar quatro ou cinco meses”.

 

 

 


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