Na Cidade de Maputo há passadeiras que se tornaram invisíveis e perigam a segurança

Na Cidade de Maputo há passadeiras que se tornaram invisíveis e perigam a segurança

Um cenário que caracteriza o dia-a-dia das pessoas que quer de carro ou mesmo a pé circulam nas diferentes artérias da Cidade de Maputo, a chamada Cidade das acácias. O trânsito intenso e os congestionamentos que carregam consigo o perigo os intervenientes da estrada. Os sinais de trânsito colocados em diferentes avenidas da cidade de Maputo para facilitar o tráfego rodoviário e a circulação de pessoas têm sido ignorados, quer pelos automobilistas quer pelos peões. As passadeiras são disso o exemplo. Há passadeiras que se apagaram com o tempo. O Código de estrada no número 3 do artigo 104 determina que os peões só podem atravessar a faixa de rodagem nas passagens especialmente sinalizadas. E o mesmo artigo impõe uma multa de 250 mt aos peões que não usarem as passadeiras.

Os peões entram na via pública e até correm, ignorando todo o perigo. Tudo indica que muitos automobilistas não respeitam os peões quando estes estão pretendem usar ou usam as passadeira. “O País” conversou com transeunte que atravessava a Av. Eduardo Mondlane, ido do Hospital Central de Maputo, que contou que “corri porque os automobilistas não respeitam-nos, andam a alta velocidade como se estivessem a fazer corridas”.

O 146 do código de estrada na alínea considera infração a paragem e o estacionamento nas passagens assinaladas para a travessia de peões. Entretanto, no terreno, a realidade que a equipa de reportagem encontrou é outra. Por um lado, as passadeiras não são visíveis e por outro os veículos param por cima dela. Como quem não deve e nem teme a ninguém, estava um automobilista que tinha parado a sua viatura na passadeira à espera do semáforo abrir. Ele quanto interpelado pela reportagem do “O País” disse “nós temos que dar prioridade aos peões, parei na passadeira porque o semáforo sinalizou e eu já estava aqui”.

Os semáforos são outros sinais de trânsito que são ignorados tanto pelos peões como pelos automobilistas. É caso para dizer que há necessidade de uma educação cívica das partes.

 

 


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