Países libertam milhares de prisioneiros para conter a pandemia

Países libertam milhares de prisioneiros para conter a pandemia

Sistemas de justiça criminal a nível global estão sob crescente pressão na medida em que o COVID-19 não para de se propagar. Para evitar o pior desta pandemia, vários países do mundo que incluem Sudão, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Irão resolveram libertar milhares de detidos.

Alemanha, por exemplo, anunciou na quarta-feira a libertação de mil prisioneiros que estão prestes a cumprir a sua pena, excepto os condenados violentos ou acusados de violência sexual. O objectivo é descongestionar as celas, e criar um espaço de quarentena para prisioneiros infectados.

Em Canadá, mil prisioneiros do Estado Ontario foram libertos na semana passada. O Estado norte-americano Nova Jersey planeia libertar mil prisioneiros de baixo nível de agressão e Nova Iorque pondera libertar dois mil prisioneiros.

Medidas similares têm sido consideradas por Itália, Polónia, Reino Unido, mas há receio que estas libertações aumentem taxa de criminalidade na sociedade.

O Irão que já registou 25 mil infectados pondera libertar temporariamente 85 mil prisioneiros, dos quais 10 poderão ser perdoados.

Sudão promete libertar mais de quatro mil prisioneiros.

Já no Brasil, 1 400 prisioneiros escaparam de centros de detenção na semana passada, mas 600 foram recapturados. Em Bogotá, na Colômbia 23 prisioneiros morreram durante um tumulto sobre coronavírus.

 


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