Resultado das Buscas "Cabrita"




  • Como desnudar as máscaras

    Realizou-se em Lisboa, na Universidade Clássica o congresso “Cartógrafo de Memórias: a poética de João Paulo Borges Coelho”. Aí apresentei uma proposta para converter em peça de teatro o seu romance As Visitas do dr. Valdez. É o texto que se segue:

    06 de Dezembro 19h27, António Cabrita
  • Pedro Pereira Lopes lança “O mundo que iremos gaguejar”

    Pedro Pereira Lopes lança “O mundo que iremos gaguejar”

    O escritor moçambicano, Pedro Pereira Lopes, lança, esta quinta-feira, a obra “O mundo que iremos gaguejar de cor”. A conversa que terá lugar no Centro Cultural Português será moderada por Sara Jonas, numa sessão que contará ainda com uma leitura encenada por Guilherme Roda.

    28 de Agosto 20h47, Redacção
  • “Os pilares da sociedade”: clássico cai como luva no país

    “Os pilares da sociedade”: clássico cai como luva no país

    “É um desafio que o Mutumbela sempre teve”. Falava Jorge Vaz, hoje, no programa Vidas em Directo da Stv, sobre a adaptação de textos clássicos para o teatro nacional. Além de produzir os seus próprios trabalhos, sempre fizeram uma excursão às obras com mais de 100 anos, entretanto com uma história.

    18 de Julho 20h17, Elcídio Bila
  •  Lisboa debate sobre a poética de João Paulo Borges Coelho

    Lisboa debate sobre a poética de João Paulo Borges Coelho

    A obra de João Paulo Borges Coelho, Prémio LeYa 2009, vai ser debatida na capital portuguesa. Intitulado “Cartógrafo de Memórias: a poética de João Paulo Borges Coelho”, o encontro literário vai juntar, no dia 13 e 14 de Julho, vários intelectuais versados em letras.

    28 de Junho 18h58, José dos Remédios
  • Fantasiamos a qualidade poética dos espaços, José Forjaz

    Fantasiamos a qualidade poética dos espaços, José Forjaz

    José Forjaz é dos rostos mais consagrados do ramo da arquitectura no país. Recentemente, com a sua equipa José Forjaz Arquitectos, expos Projectos no papel no Centro Cultural Português, em Maputo – segue depois para Beira, este mês –, pretexto para esta entrevista. Partindo de 40 obras que estiveram expostas, algumas com 50 anos, nunca construídas, Forjaz refere-se ao trabalho arquitectónico como uma forma de fantasiar a qualidade poética dos espaços, como um meio para ler as sociedades e de nelas introduzir mudanças.

    02 de Maio 09h37, José dos Remédios




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