Resultado das Buscas "Craveirinha"




  • É preciso plantar nas estrelas e sobre o mar

    Marcelino dos Santos redigiu, de Portugal, onde se encontrava a estudar desde 1947, uma carta que seria publicada no prestigiadíssimo O Brado Africano, onde anuncia, com irredimível convicção, a sua combatividade, aos 20 anos. Isto nos finais dos anos 40.

    24 de Maio 11h33, Nélson Saúte
  • Moçambique e Brasil homenageiam Língua Portuguesa

    Moçambique e Brasil homenageiam Língua Portuguesa

    Melanie de Vales de Moçambique, Expedito Araújo e Renan Dias do Brasil, vão juntar-se, amanhã, no Centro Cultural Brasil Moçambique, pelas 18:30h para dar um show litero musical intitulado “Certificado de amor à Língua Portuguesa”.

    21 de Maio 18h28, O País
  • Por cima de toda a folha

    Conheci o Heliodoro Baptista em 1987, numa das suas raras vindas a Maputo, à época, e tornámo-nos amigos imediatamente.

    17 de Maio 00h24, Nélson Saúte
  • Elogio a Aníbal Aleluia

    Aníbal Aleluia: «Da parte paterna, só conheço a genealogia até ao meu bisavô, precisamente Aníbal Aleluia, vindo, segundo me contaram os meus ascendentes, “muito de fora”. Meu avô, Henrique Aníbal Aleluia, e meu pai, Roberto, Roberto, eram naturais de Séui (Inhambane, cidade).

    10 de Maio 18h51, Nélson Saúte
  • João Cabaço

    Escrevo debulhado em lágrimas. Oiço repetida e obsessivamente “Mamana” de João Cabaço. Uma vetusta gravação, realizada nos exultantes anos 80, em Berlim, na companhia de Hortêncio Langa e de Arão Litsure.

    26 de Abril 00h29, Nélson Saúte
  • Os crimes montanhosos – o efeito “narrativo” em António Cabrita (1)

    Os crimes montanhosos é o título mais recente da editora Cavalo do Mar. Esta colecção de poemas é dividida em duas situações, designadamente: “o branco colarinho dos corvos”, escrita por António Cabrita, e “a gravata preta do corvo albino”, com autoria de Mbate Pedro.

    04 de Abril 23h32, José dos Remédios
  • Descolonizámos o Land Rover

    Albino Magaia tem 40 anos e é um reputadíssimo jornalista e escritor moçambicano. É prócere director da prestigiada e prestigiosa revista TEMPO.

    29 de Março 17h52, Nélson Saúte
  • Eu bebeu suruma dos teus ólho Ana Maria

    O Rui Nogar morreu há 25 anos. Foi a 11 de Março de 1993. Hoje já ninguém fala dele. Deram-lhe o nome de uma rua, mas esqueceram-no.

    07 de Março 22:05:36, Nélson Saúte
  • A Ilha dos Poetas

    Antigo porto, feitoria, entreposto, desterro, presídio e até mesmo lupanar, foi a primeira capital de Moçambique, marco talassocrático do Índico, conheceu o apogeu e o ocaso, a distinção e o opróbrio, a riqueza e a pobreza.

    21 de Fevereiro 22h43, Nélson Saúte
  • Pão nosso de cada noite

    Nasceu a 15 de Fevereiro de 1924, na vetusta Lourenço Marques – passam hoje 94 anos -, morreu a 11 de Junho de 2009, aos 85 anos. Era conhecido, sobretudo, como fotógrafo – repórter fotográfico ou fotojornalista -, dos mais talentosos que Moçambique viu nascer. Chamava-se Ricardo Achiles Rangel.

    14 de Fevereiro 22h29, Nélson Saúte
  • Irmão do Universo

    Quando fui ao seu encontro para a aprazada entrevista de vida, que me propusera fazer no roteiro de os Habitantes da Memória, e que concluí em duas longas tardes, em sua casa em Maputo, ele tinha justamente o dobro da minha idade: 46 anos.

    07 de Fevereiro 22h38, Nélson Saúte
  • José Craveirinha, a luz multiplicada

    José Craveirinha, a luz multiplicada

    Aqui estou perante o desafio de evocar as maíusculcas que inscrevem um dos maiores vultos da nossa jovem nação literária, ou porque não o maior vulto das letras desta imensa varanda à beira do índico, o Poeta José Craveirinha.

    06 de Fevereiro 02h04, Celso Muianga
  • Do Atlântico para o Índico

    Craveirinha, como todos os grandes poetas, é universal, incomparável, insubstituível e, como tal, imortal. Cabe-nos divulgar constante e permanentemente o seu legado artístico-literário para o constante e maior aperfeiçoamento da humanidade, material e espiritualmente, em estado caótico.

    06 de Fevereiro 01h48, J.A.S. LOPITO FEIJÓO K.
  • E nefelibatas bebemos coca-cola

    Num célebre, penetrante, inquietante e, indubitavelmente, polémico texto, que tanto estimulou (apesar de ligeiras discordâncias) a minha juventude literária, Eugénio Lisboa socorre-se de uma ingente definição de poesia, estabelecida pelo poeta mexicano Octavio Paz.

    31 de Janeiro 22h41, Nélson Saúte
  • Paulo Borges Coelho vence Prémio BCI de Literatura

    Paulo Borges Coelho vence Prémio BCI de Literatura

    O escritor moçambicano, Paulo Borges Coelho, venceu a 8ª edição do Prémio BCI de Literatura, terça-feira, com a obra “Ponta Gea”, lançada no ano passado.

    31 de Janeiro 18h44, Ilídia Alberto




Contactos

Tef: +258 21 313517/8

Email: opais@soico.co.mz
Local: Rua Timor Leste, 108 Baixa
Maputo- Moçambique