Resultado das Buscas "Literatura"




  • O ADVOGADO DE INHASSUNGE*, em discurso directo (Parte 1)

    O repórter Carvão Arde Molhado divulga nesta edição uma entrevista concedida pelo famoso ADVOGADO DE INHASSUNGE. A esta personalidade, tão multifacetada que é assenta-lhe bem o cognome pau-para-toda-a-obra.

    19 de Julho 22h34 , Celso Muianga
  • Elogio de Sábado

    Billie Holiday canta “Come rain or come shine.” Parece que a chuva abrandou. Leio José Craveirinha. Poema “Lustro”: “Velha quizumba/ de olhos raiados de sangue/serve-me os rins da angústia/ e a dentes de nojo/ carnívora rói-me a medula infracturável do sonho.”

    18 de Julho 22h25, Nelson Saúte
  • Os olhos na escrita de Mutimucuio

    A beleza do homem não está na cara, está é no carácter, na sua posição social, em suas posses: onde já se viu homem rico ser feio?

    11 de Julho 17h05, José dos Remédios
  • A leitura como pressuposto da boa escrita

    Todos os exercícios da leitura são, como é por demais evidente, importantíssimos para a questão e gestão de vida vivida no mundo social cada vez mais globalizado dos nossos novos tempos.

    09 de Julho 08h50, J.A.S. LOPITO FEIJÓO K.
  • Fundação Leite Couto sela parceria com Camões

    Fundação Leite Couto sela parceria com Camões

    O acordo selado na sede da Fundação, em Maputo, pretende ser um veículo para formação de público leitor e para a realização de actividades culturais, como oficinas literárias e concursos literários.

    06 de Julho 16h03, José dos Remédios
  • Capitão de médio curso

    Foi o meu dilecto amigo Álvaro Belo Marques, de quem fui discípulo, quem me havia de levar a Baptista-Bastos. Sabia da minha devoção intrémula por ele.

    27 de Junho 22h14, Nelson Saúte
  • A descoberta d’alma*

    Falar de «Recados da Alma», romance de estreia de Bento Baloi, publicado em Moçambique pela Fundação Fernando Leite Couto, em Novembro de 2016, e que teve em 2018 a sua edição portuguesa, pela Ideia Fixa, obriga-me a passar pela memória do nosso primeiro encontro.

    19 de Junho 23h27, Paulo M. Morais
  • Fátima Mendonça

    Tínhamo-nos conhecido na Associação dos Escritores nos meados dos anos 80 e houve, desde logo, uma grande empatia entre nós. Fátima Mendonça era uma reputadíssima professora universitária e divulgadora incontornável da literatura moçambicana e eu um miúdo intrépido que queria saber e fazer tudo.

    13 de Junho 22h32, Nelson Saúte
  • O Óscar dos Kidas

    Depois da poesia de combate e de libertação, com textos que ainda ecoam como trovões de morteiro em determinados ouvidos, se abre, de porta em porta, um espaço privilegiado para novas e mais cicatrizadas terapias colectivas, armadas de obuses de outra índole.

    13 de Junho 20h41, Jorge Ferrão
  • Notas sobre a morte do livro, a ressurreição¹

    Uma casa sem nome, mas cheia de rostos: comecemos pelo lado carrancudo que se dá pelo nome de Vasquez e assim começo também eu por cumprimentar o meu colega do painel e irmão de São-Tomé e Príncipe, Orlando Piedade, autor dos livros que confesso desconhecer.

    31 de Maio 21h26, Mbate Pedro
  • Malidza

    Carneiro Gonçalves: “Caminhai célere, ó jovem povo do Quiteve, e vinde ouvir a história de Malidza, que morreu de amor. Uma grande ternura agasalhava-lhe o corpo de ébano (que ela protegia para Kilomko, o guerreiro) e punha nos seus olhos cintilações habitadas pelos génios antigos das florestas.

    30 de Maio 20h23, Nelson Saúte
  • A leitura como pressuposto da escrita

    Todos os exercícios de leitura são, como é por demais evidente, importantíssimos para a questão e gestão da vida vivida no mundo social cada vez mais globalizado dos nossos novos tempos.

    28 de Maio 21h07, J.A.S. LOPITO FEIJÓO K.
  • Da cultura na educação à importância da literatura moçambicana

    Assistimos, hoje, ao lançamento da 7a edição do Concurso Vodacom Turma Tudo Bom. Trata-se, como vocês sabem, de um concurso cultural e educativo, o que demonstra que existe uma relação entre a cultura e a educação. Mas qual seria essa relação?

    24 de Maio 22h34, Lucílio Manjate
  • É preciso plantar nas estrelas e sobre o mar

    Marcelino dos Santos redigiu, de Portugal, onde se encontrava a estudar desde 1947, uma carta que seria publicada no prestigiadíssimo O Brado Africano, onde anuncia, com irredimível convicção, a sua combatividade, aos 20 anos. Isto nos finais dos anos 40.

    24 de Maio 11h33, Nelson Saúte




Contactos

Tef: +258 21 313517/8

Email: opais@soico.co.mz
Local: Rua Timor Leste, 108 Baixa
Maputo- Moçambique