Resultado das Buscas "Literatura"




  • A reinvenção do ser - e a dor da pedra

    Já lá vão cerca de 35 anos que ele participou intensamente no movimento da reinvenção da literatura moçambicana e da dor que tal intrepidez custou aos fundadores da Charrua, a primeira Revista Literária Moçambicana, pós-independência.

    12 de Fevereiro 2019 08h34, Juvenal Bucuane
  • Algumas vozes femininas na poesia moçambicana do século XXI

    Algumas vozes femininas na poesia moçambicana do século XXI

    Embora já tudo tenha sido sentido e mostrado e ocultado nesta nossa época, a poesia moçambicana contemporânea das mulheres é uma variação de escolhas, sem ordenamento formal ou temático. Um mix ou combinatória com várias entradas possíveis. Vamos então, para iniciar um percurso, ensaiar ler duas des

    29 de Janeiro 2019 10h38, Ana Mafalda Leite
  • Matéria para um BCI

    Matéria para um grito é um livro carregado de muita humanidade, daí tocar em questões universais.

    17 de Janeiro 21h40, José dos Remédios
  • Análise crítica de obras

    Análise crítica de obras

    O seu caminho, na perseguição da essência literária, particularmente poética, já vai longo, através da militância em incentivos, morais escolares, passando pela participação intensa e interessada em movimentos de carácter cultural, como o Movimento Literário Juvenil (MOLIJU) onde ele ainda milita.

    05 de Janeiro 2019 16h54, Juvenal Bucuane
  • “Os escritores jovens de hoje serão velhotes amanhã”, Pedro Pereira Lopes

    “Os escritores jovens de hoje serão velhotes amanhã”, Pedro Pereira Lopes

    Aos 18 anos tinha um livro de poesia de 4 cadernos, de cerca de 130 páginas. O poeta e editor Fernando Couto predispôs-se a editá-lo, fui teimoso, o livro não foi publicado, ainda bem. Hoje vejo a poesia com outros olhos, não me falta amor, tornei-me mais consciente.

    04 de Janeiro 2019 10h30, Sérgio Raimundo
  • O sórdido jogo da invisibilidade

    A meio do pequeno périplo pelo Brasil, entre alegrias e tristezas que o mundo nos ensina, dou-me conta de uma realidade até então suspeita, mas nunca constatável: o jogo da invisibilidade.

    28 de Dezembro 23h20, Ungulani Ba Ka Khosa
  • Ler & Escrever

    Esta dimensão humana e humanitária de Vera Duarte convoca uma dimensão do amor e da paixão mais amplos, que ganha foro de utopia, no clamar de um mundo amorável, justo e sensível, um mundo revolucionado, em permanente revolução.

    27 de Dezembro 2018 20h54, Ana Mafalda Leite
  • “Mundo Grave”: a normalização da anormalidade

    “Mundo Grave”: a normalização da anormalidade

    A visão da realidade também nos é dada pelo carácter de um autor que se exprime sem rodeios, de maneira crua, às vezes de digestão difícil, em temas que se sobrepõem.

    23 de Dezembro de 2018 10h56, O País
  • À volta da pedra de Adelino Timóteo

    Neste sumptuoso percurso pelas ancestrais emoções, com A volúpia da pedra Timóteo cria fascínio e alucinação num universo sublime...

    19 de Dezembro 14h46, José dos Remédios
  • A volúpia da pedra, de Adelino Timóteo por Martins Mapera

    Em A Volúpia da pedra está inscrita a imagem de Cleópatra, a última rainha da dinastia Ptolemeu, poderosa e sensual, pintada de jóias de ouro e pedras preciosas, diamantes, esmeraldas, safiras e rubis.

    12 de Dezembro 2018 21h51, Martins Mapera
  • Vovó Lina e "Mabulo hiku yakana"

    O programa em causa era uma novela radiofónica que se chama "Mabulo hiku yakana". Em cada episódio uma estória em changana, inspirada em temas sociais do quotidiano, se desenrolava.

    12 de Dezembro de 2018 16h16, Miguel Luís
  • “O momento que atravessamos no país é frutífero para a escrita”

    “O momento que atravessamos no país é frutífero para a escrita”

    Às 18h desta quarta-feria, Álvaro Taruma lança o seu segundo livro. Intitulado Matéria para um grito, publicado sob a chancela da Cavalo do Mar, o mesmo será apresentado por Lucílio Manjate e António Cabrita, no Camões, cidade de Maputo.

    11 de Dezembro de 2018 18h46, José dos Remédios
  • Uma Carta ao Armando Artur d`A Reinvenção do Ser[1]

    Uma Carta ao Armando Artur d`A Reinvenção do Ser[1]

    Armando Artur, com este livro, faz dois exercícios simultâneos: o primeiro, ele quer reinventar o Ser por via da linguagem; o segundo, ele quer propor uma forma e arte, talvez nova, de escrever à qual me atrevo a chamar por proesia, ou seja, uma junção da prosa com a poesia.

    09 de Dezembro 2018 17h01, José Castiano




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