Resultado das Buscas "Outras Margens"




  • Barcolino – uma história sobre a condição humana

    Como é que um vivo pode estar morto ou, sendo morto, estar vivo? Esta colocação lembra-nos “O regresso do morto”, texto em que um “finado” deixa de ser isso num ápice, ao ser desenterrado na memória.

    16 de Maio 19h08, José dos Remédios
  • A representação do poder em Dany Wambire

    Há cada vez mais bons livros infanto-juvenis no país, nos quais, crianças e adultos reencontram-se na Humanidade que lhes é comum. Durante anos, tivemos défice daquele tipo de literatura, mas agora, a qualidade acompanhada com a quantidade está a trilhar um percurso assinável.

    02 de Maio 20h25, José dos Remédios
  • O que move “A adubada fecundidade”

    A adubada fecundidade e outros contos. Este é o título de um dos livros de Dany Wambire, autor que aposta nas suas narrativas como quem prende, na escrita, a realidade de um território, os dilemas de um povo e suas vaidades.

    19 de Abril 01h24, José dos Remédios
  • Jornalismo cultural ou artístico? A proposta de um diálogo

    Para esta semana, propus-me partilhar, neste espaço, uma leitura à obra Os crimes montanhosos, da autoria de António Cabrita e Mbate Pedro. Na verdade, até pensei em escrever um artigo em duas partes, uma dedicada a cada autor.

    27 de Março 23h34, José dos Remédios
  • O leitmotiv em Os poros da concha

    Leitmotiv é um termo alemão, que, ao nível literário, designa “motivos centrais que se repetem numa obra, ou na totalidade da obra, de um poeta” (Wolfgang Kayser, 1958).

    21 de Março 23h52, José dos Remédios
  • Os recriadores da tradição III – uma escuta aos grandes

    Na verdade, hoje, são as recriadoras da tradição que trouxemos, portanto, uma escuta às grandes. Nesta onda, escolhemos duas moçambicanas, que, além de formosas e simpáticas, são deveras talentosas.

    01 de Março 00h41, José dos Remédios
  • Os recriadores da tradição II – uma escuta aos grandes

    A saudade, tão dominante nas letras dos nossos irmãos crioulos, aparece com algum destaque. Vejamos, por exemplo, os casos de Deodato Siquir, Cremildo Caifaz, Samito, Albino Mbié e Ivan Mazuze.

    10 de Janeiro 21h17, José dos Remédios
  • O intimismo e a superação em Assa Matusse

    O intimismo e a superação em Assa Matusse

    Já nos referimos ao facto de muitos poetas – no sentido mais vasto da criação – encontrarem na dor um motivo para fabricar sorrisos, como se o sofrimento servisse para inspirar alegria. Assa Matusse faz parte desse conjunto de artistas que, recorrendo às suas próprias intempéries, faz da música...

    29 de Novembro 16h14, José dos Remédios
  • Entre os 130 e os 30: um olá a Aldino Muianga

    Entre os 130 e os 30: um olá a Aldino Muianga

    A cidade de Maputo completa, hoje, 130 anos de existência. Como forma de celebrar o aniversário, resolvemos, no texto que se segue, deixar ficar uma mensagem para um autor que tanto representa a capital na sua obra lá vão 30 anos.

    10 de Novembro 23h36, José dos Remédios
  • As rotas do turismo

    As rotas do turismo

    É preciso fazer mais e melhor. Alguém disse isso. E para fazermos mais e melhor, se não soubermos como se faz, devemos ter a grandeza de ser pequenos e aprender dos outros.

    31 de Outubro 23h13, José dos Remédios
  • “Cicatriz encarnada”: o retrato do espaço

    “Cicatriz encarnada”: o retrato do espaço

    Cicatriz encarnada não deixa de nos entregar circunstâncias feitas de sonhos enterrados, uma poesia feita de dor de ver a casa, o lar, perder o seu carácter acolhedor: “a mesa já não é o centro da família” (p. 28). Malanga é a casa dos sujeitos poéticos.

    17 de Outubro 22h36, José dos Remédios
  • Passado: uma mazela em Asas quebradas

    Passado: uma mazela em Asas quebradas

    Para Aldino Muianga, neste livro, o passado é uma mazela que se impõe no destino das personagens para alterar percursos, eliminar laços de familiaridade, esclarecer episódios e projectar novos caminhos, sem haver preocupação em relação à destruição do amor.

    10 de Outubro 21h40, José dos Remédios
  • A intolerância em “o mundo que iremos gaguejar de cor”

    A intolerância em “o mundo que iremos gaguejar de cor”

    A intolerância é um incidente constante em o mundo que iremos gaguejar de cor, de Pedro Pereira Lopes. Manifestada de formas diferentes, aquela mácula aparece categoricamente no livro mesmo com alguma finalidade: discriminar, condenar ou punir.

    03 de Outubro 15h58, José dos Remédios
  • A função dos nomes em "o deus restante"

    Não obstante, os vários nomes inseridos em o deus restante fazem da poesia uma forma de compreender os universos de que o autor é feito e os que ele próprio produz.

    25 de Setembro 19h40, José dos Remédios
  •  As dimensões da palavra em Armindo Mathe

    As dimensões da palavra em Armindo Mathe

    Armindo Mathe escreve como quem recolhe sentimentos de modo a vendê-los depois de manufacturados. O efeito disso acaba numa obra que nos desliga de quem somos enquanto a leitura dura. O poeta leva-nos aonde quer e bem entende, numa romaria cujo propósito é fazer de nós peregrinos da palavra.

    29 de Agosto 21h59, José dos Remédios
  • “Recados da alma”: do amor à reconstrução da memória

    “Recados da alma”: do amor à reconstrução da memória

    Como contar a história dos últimos 50/ 60 anos? Certamente, esta pergunta não merece resposta inquestionável. Não existe uma fórmula definitiva, mas sempre há possibilidades de se recuar no tempo e, das suas entranhas, retirar-se o que de mais impactante encontra-se.

    10 de Agosto 20h09, José dos Remédios
  • “Os ângulos da casa” – o retorno à essência das coisas

    “Os ângulos da casa” – o retorno à essência das coisas

    Os ângulos da casa recicla a poesia com coisas minguantes e sem se deslocar tanto do lugar, afinal partir, aqui, não implica necessariamente ir, também pode ser regressar a um plano que nos torna mais preparados para captar o que desperdiçamos em nós e em nosso redor.

    18 de Julho 18h06, José dos Remédios




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