Piloto Rodrigo Almeida perto de competir na Espanha

Piloto Rodrigo Almeida perto de competir na Espanha

O seu potencial ultrapassou fronteiras e teve uma boa prestação no Campeonato ROTAX Portugal, onde se classificou em quinto lugar, numa prova que contou com a participação dos melhores pilotos daquele país europeu e não só. De resto, os espanhóis ficaram maravilhados com as suas prestações, tendo sido convidado pela equipa da MDC Racing (CRG team Espanha) para disputar o campeonato Espanhol Rotax em 2018.

Que avaliação faz da sua prestação no campeonato de karts ao longo da temporada 2017?
A época de 2107 foi a minha primeira na categoria de Júnior, sendo esta uma categoria muito mais exigente, mas no geral acho que fiz uma excelente época, tendo sido vice-campeão do Campeonato ROTAX do ATCM, e no Campeonato ROTAX Portugal classifiquei-me num honroso 5º lugar. Participei também no Campeonato ROK,tendo representado Moçambique na final Mundial em Lonato Itália.  

O que, na sua óptica, tem de melhorar ao nível do desporto motorizado em Moçambique?
Muito já foi efectuado, mas continuamos a necessitar de melhorar tanto na vertente de infra-estruturas, como na vertente da competição. Os pilotos necessitam de mais competição e uma das formas é aumentar o número de pilotos participantes, para que o nível de competitividade aumente.

Esta foi uma temporada marcada, igualmente, pela participação do Rodrigo Almeida no campeonato Rotax Max Challenge em Portugal. Está satisfeito com as suas exibições nesta competição?
Estou muito satisfeito com a prestação embora em duas provas pudesse ter tido uma melhor prestação, onde as pistas eram muito técnicas e a falta de experiência nestas andanças veio ao de cima. Depois consegui mentalizar-me e com a ajuda da equipa Cabo do Mundo Sports&You consegui melhorar em muito o meu desempenho, tendo conseguido boas prestações na fase final do campeonato.

Que diferenças é que notou entre as provas internas, em Moçambique, e o Rotax Max Challenge em Portugal?
A principal diferença é a preparação e o andamento que quase todos os pilotos têm e pelo facto de treinarem mais e em melhores condições de competividade.

Na sua opinião, o que falta para os pilotos moçambicanos se imporem ao nível internacional?
Muito treino e condições financeiras para que possam, cada vez mais, treinar a um nível elevado.

Que mensagem deixa ficar a todos aqueles que, ao longo desta e de outras temporadas, o tem apoiado?
Quero deixar um agradecimento muito especial à minha família, pai, mãe e irmã que muito fizeram e a todos as pessoas que me apoiaram e de uma forma ou outra fizeram com que fosse possível a realização deste sonho.


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