Primeiro vice-presidente da CNE apela à coesão no seio dos órgãos eleitorais

Primeiro vice-presidente da CNE apela à coesão no seio dos órgãos eleitorais

O Primeiro vice-presidente da CNE apela os órgãos de administração eleitoral a coesão como forma de trabalhar em harmonia. António Chipanga diz que compete aos órgãos a coesão para que as eleições deste ano sejam um sucesso. Chipanga falava à margem da capacitação de aproximadamente 150 membros dos órgãos eleitorais nomeadamente STAE e CNE em matérias da fiscalização eleitoral.

 "Pretendemos transmitir que não há dois órgãos. Não há STAE não há comissão provincial, há sim um único órgão que é da administração eleitoral que compete ao mesmo trabalhar em harmonia, em consenso e coesão porque o povo vê os órgãos eleitorais como única administração com tarefa de conduzir o processo sem haver conflitos entre ambos".

Chipanga disse que o STAE e CNE são órgãos constituídos da mesma forma quanto à proveniência. "São membros da Frelimo que vem fazer parte, são membros da Renamo, do MDM e sociedade civil que também fazem parte dos órgãos eleitorais" disse acrescentando que todos são guiados pela mesma pessoa sendo que não faz sentido que ao chegar aos órgãos eleitorais cada um paute por comportamento desviante.

Para ele apenas a lei é o que guia todos os membros dos órgãos eleitorais apesar da sua proveniência partidária e não só.

Já no quadro da formação daqueles 150 membros dos órgãos eleitorais provenientes dos seis distritos autárquicos, o primeiro vice-presidente da Comissão Nacional de Eleições referiu que no seio destes a nova lei eleitoral deve ser devidamente aprimorada para que mais do que a massificação da lei os membros dos órgãos eleitoral conheçam a aplicação da mesma desde a educação cívica eleitoral, votação e divulgação dos resultados.

Lembrou que o processo eleitoral tem várias fases começa desde a organização do processo, campanha de educação cívica, a campanha dos partidos políticos entre outras. Lembrou igualmente que o processo dos resultados compete apenas ao conselho constitucional divulgar e não aos partidos e muito menos a imprensa.

 


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