Provedores de Fintech defendem regularização do sector

Provedores de Fintech defendem regularização do sector

Um mercado em expansão. Essa é a realidade das Fintech, ou por outras, provedores de plataformas de pagamentos electrónicos, mas que no entanto, traz consigo alguns desafios para o país.

A sexta edição do Moztech, que decorre na Arena 3D, na KaTembe, juntou um painel com os 'players' deste sector, que discutiu a Sustentabilidade das Fintech: Que desafios para o Crescimento.

Coube a João Gaspar, líder da Associação Moçambicana de Fintech, dar o pontapé de saída no debate, que chamou atenção para a necessidade da aprovação de uma legislação que regule esse mercado.

"Há pelo menos 10 milhões de moçambicanos que não usam esse tipo de tecnologias. O mercado está a crescer, mas há que regular", disse Gaspar.

Acrescentado, que "em Moçambique há um paradoxo. O que não está legislado é proibido".

A mesma ideia foi defendida por José Samo Gudo, director-geral da Tablu Tecnologia, para quem "a regulamentação é um elemento importante para o crescimento das Fintech".

Para Dianora Covane, chefe do retalho da Société Générale Moçambique, outra das limitações para o crescimento desse tipo de mercado prende-se com o financiamento.


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