Torneio mini-básquete Millennium Bim fecha em grande

Torneio mini-básquete Millennium Bim fecha em grande

Cerca de cinco semanas, crianças com idades compreendidas entre os seis e onze anos deram os primeiros passos na modalidade da bola ao cesto ao participarem no torneio de mini-básquete Millennium Bim, iniciativa que que teve lugar em simultâneo em todas as capitais provinciais do país.

Esta iniciativa tem, igualmente, a componente de educação rodoviária, na qual os alunos aprendem como atravessar a estrada, bem como a cultura.

Acompanhados por professores e monitores, os participantes apreenderam as técnicas do basquetebol e a privilegiarem no seu dia a dia práticas saudáveis.

Hugo Martins, jogador do Desportivo de Maputo e da selecção nacional, é  um dos valores do basquetebol moçambicano que despontou no torneio de mini-básquete Millennium bim. Sábado, no encerramento do evento na Escola Secundaria Francisco Manyanga, partilhou a sua experiência com os mais novos. “É uma honra estar aqui a testemunhar o enceramento deste evento que decorre há treze anos. É satisfatório saber que grandes empresas com o Millennium Bim, Impar e outras iniciaram este torneio há mais de dez anos e continuam firmes na causa”, enalteceu Hugo Martins. E acrescentou: “Este torneio é praticamente o início da careira de um atleta em Moçambique. Estas crianças devem saber que, da mesma maneira que desejam jogar basquetebol, devem ir a escola porque este foi o conselho que eu recebi de atletas como Custódio Muchate e Octávio Magoliço que na altura em que comecei eram espelho”. O torneio  já lançou estrelas como Helton Ubisse, jogador do Ferroviário da Beira e Neide Ocuane, a jogar nos EUA.

O Millennium bim faz uma avaliação positiva do torneio.

“A nossa avaliação, ano após ano, é muito positiva. O objectivo desta iniciativa está incorporada num programa de responsabilidade social “Mais Moçambique para mim” e tem, acima de tudo, como objectivo proporcionar as crianças de todo o país experiência de desporto em basquetebol, experiência de cultura com a música, mas também uma experiência relacionada com educação física. Por exemplo, a segurança rodoviária. A descoberta de talentos, eu diria que é um efeito secundário, que nos agrada muito. Eu acho que há muito talento em Moçambique.  Nós, quanto muito,  só estamos a ajudar dando um pequeno e humilde contributo para que possam aparecer mais”. Nuno Vaz, Administrador do Bim.

Já o Governo reiterou seu compromisso em apoiar iniciativas do género. “Em primeiro lugar, gostaria de felicitar os organizadores por esta iniciativa. Lembrar que eu sou produto deste tipo de eventos. Devo dizer que a introdução do basquetebol através do torneio mini básquete nas escolas é fundamental.   Diria que é importante perceber que, se os meninos iniciam com estas idades, facilmente desenvolvem o talento ainda cedo. Portanto, estão de parabéns os organizadores.  Este ano,  a iniciativa se estendeu para o país todo, o que significa que abrangeu mais escolas e mais alunos. Como Governo, nós vamos continuar a apoiar. Como esta é importante que venham outras iniciativas  porque só assim é que podemos fazer a dinâmica do desporto escolar”, disse a vice-ministra da Juventude e Desportos, Ana Flávia Azinheira.

 

 


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