De ajudante de obras a mestre de grandes obras

O seu interesse pela construção civil começou na era colonial e até hoje é um mestre-de-obras de mão cheia. Controla e executa grandes construções. Conheça a história do Mestre Dinga, de 64 anos de idade.
Já foi alfaiate, confeiteiro... Mas foi na construção civil onde descobriu a sua habilidade. Transformar um amontoado de blocos em variadas formas de arte.

Uma rotina pulsante que, de sol a sol, através da massa de cimento, confere forma às prumadas paredes.

Durante o período da guerra civil, o senhor Dinga contraiu deficiência, após pisar uma mina anti-pessoal.

Um problema que para ele nunca foi barreira, embora a arte de construir exija esforço físico.

Nesta obra de construção de um estabelecimento comercial, na província de Maputo, o senhor Dinga orienta aos seus ajudantes. Quase que faz o papel de um engenheiro.

A diferença é que ele não é muito de palavreado. Prefere mesmo colocar a mão na massa, ou melhor, mãos à obra.

Desde 1993, depois de cumprir o serviço militar, começou a trabalhar com grandes obras e em 2007 construiu, pela primeira vez, uma casa de dois pisos... E a partir daí as solicitações nunca mais pararam.

E porque o produto final é mesmo o que mais interessa, o Mestre Dinga, como o chamam, mostra-nos algumas obras por si feitas. E, eis que nos prova que erguer casas é das mais refinadas formas de arte.


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